Novembro azul: todos juntos no combate ao câncer de próstata

Durante o mês de novembro entidades do mundo todo dialogam sobre um tema de saúde muito importante: o câncer de próstata. E o STIP, sempre preocupado com o bem-estar da categoria, não irá ficar de fora dessa!

A doença é o segundo tipo de tumor mais recorrente entre pacientes do sexo masculino no Brasil, com uma média de 60 mil diagnósticos todos os anos.

Fuja do preconceito!

De acordo com dados Ministério da Saúde, em 2015, o câncer de próstata causou a morte de exatamente 14.484 homens no país. O número é assustador e poderia ser muito menor, já que a doença tem altos índices de cura quando descoberta logo no início.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a probabilidade de se recuperar de um câncer de próstata se a enfermidade for descoberta em estágios iniciais é de cerca de 95% – ou seja, muito grande!

Mas para que esses índices se concretizem e a grande maioria dos pacientes consiga melhorar, é preciso vencer um inimigo gigantesco: o preconceito.

Muitos homens ficam constrangidos ou mesmo resistentes a realizar o exame de toque. Com isso, adiam a ida ao médico. Quando chegam ao consultório e descobrem o tumor, as chances de cura já são muito menores.

 “Devemos evitar fazer piadinhas sobre o toque porque esses comentários, aparentemente inofensivos, acabam custando vidas. O exame é muito rápido, não dói e não afeta a masculinidade de ninguém. A saúde da categoria deve vir em primeiro lugar”, explica o presidente do STIP, Gilmar Servidoni.

Fazendo o exame de toque

O teste deve ser feito uma vez ao ano, a partir dos 50 anos. O procedimento dura menos de 60 segundos, não causa grandes desconfortos e é feito no próprio consultório médico.

O profissional que realiza o exame é um urologista, que está acostumado a fazer aquilo diariamente e enxerga o teste apenas como parte de seu trabalho. Não há nada de vergonhoso em se submeter ao procedimento! Lembre-se: vergonha é não se cuidar e perder o melhor da vida por besteiras!

Fonte: STIP