Coronavírus: inscrições para sede de praia estão suspensas

Em cumprimento às medidas de prevenção, contenção e enfrentamento ao Coronavírus (que causa o COVID-19. Informamos  que estamos suspendendo as inscrições e sorteios para uso da nossa sede de praia durante os feriados de Páscoa e Tiradentes.

O prefeito Fabiano Maciel – Binho, juntamente com o comandante da Guarda Municipal, Valdinei Fonseca, determinou para que se realize a interdição dos balneários de Pontal do Paraná por tempo indeterminado em virtude do Coronavírus.

 

 

Fonte:STIP

Péssimas condições de trabalho geram onda de doenças mentais no Brasil

Você lembra daquele ditado popular segundo o qual o trabalho dignifica o homem? Bom, talvez esteja na hora de revê-lo.

Isso porque as péssimas condições de trabalho estão produzindo uma verdadeira epidemia de doenças mentais ligadas à rotina do trabalhador.

De acordo com 1º Boletim Quadrimestral sobre Benefícios por Incapacidade, publicado pela Secretaria da Previdência em 2017, os transtornos mentais são a terceira causa de incapacidade para o trabalho no Brasil.

Ou seja, esses empregos  precários, ao invés de darem dignidade ao trabalhador, fazem justamente o contrário: promovem o seu adoecimento.

Com a multiplicação de postos de trabalho precários e o crescimento incontrolável da informalidade, a tendência é que o número de brasileiros vítimas de doenças mentais seja cada vez maior.

Tanto que, de acordo com a previsão da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), de 20% a 25% da população já teve, tem ou terá depressão.

Entre os transtornos mentais que o trabalho provoca nos trabalhadores estão o estresse crônico, a ansiedade, os transtornos bipolares, a depressão e a síndrome de Burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional.

Segundo especialistas em saúde do trabalhador, diversos fatores contribuem para o desenvolvimento de doenças mentais ligadas ao trabalho.

O assédio moral e sexual, as jornadas quase intermináveis, as metas abusivas, a perseguição e outras práticas cada vez mais comuns estão acabando com a saúde mental dos brasileiros.

O presidente do STIP, Gilmar Servidoni, lembra que os patrões devem oferecer um ambiente de trabalho digno, mas que isso só se tornará realidade com a mobilização dos trabalhadores.

“Se o patrão tiver que optar entre o lucro e a saúde dos empregados, ele ficará com o lucro. Como vimos, essa escolha cruel está custando a saúde de milhões de pessoas. Por isso, a nossa mobilização por direitos e por melhores condições de trabalho precisa ser constante”, afirma.

Fonte: STIP

O que são doenças ocupacionais e como se proteger?

Você sabia que todo ano estresse e doenças relacionadas às extensivas jornadas de trabalho contribuem para a morte de 2,8 milhões de trabalhadores? Os dados são da Organização Internacional do Trabalho, de abril de 2019. Por isso, em um mercado competitivo que cada vez mais exige dos trabalhadores, as doenças ocupacionais estão se tornando cada vez mais comum.

 

O que são?

As doenças ocupacionais são todas aquelas relacionadas à atividade desempenhada pelo trabalhador ou às condições de trabalho às quais ele está submetido.

Elas estão divididas entre as doenças profissionais (tecnopatias), causadas por fatores relacionados à atividade laboral e as doenças do trabalho (mesopatias), causadas por alguma circunstância ou ocorrido durante o período laboral.

Normalmente, tais doenças são adquiridas quando um trabalhador é exposto acima do limite permitido por lei a agentes químicos, físicos, ergonômicos ou até biológicos sem a devida proteção ou prevenção.

Quais as principais?

As mais comuns são as LER/Dort (Lesões por Esforços Repetitivos ou Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho), responsáveis pela alteração de estruturas osteomusculares como tendões, articulações e nervos.

As LER/Dort englobam um catálogo de cerca de 30 doenças. Algumas delas são bastante conhecidas dos trabalhadores como tendinite (inflamação de tendão) e tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões).

“Na panificação a redução ou perda auditiva devido à exposição excessiva à ruídos, assim como as doenças pulmonares de origem ocupacional, como asma e asbestose são algumas das mais frequentes”, explica o presidente do STIP, Gilmar Servidoni.

Além dessas, as doenças de caráter psicossomático como depressão, a ansiedade e estresse pós-traumático, são algumas das que ficam em evidência atualmente – devido aos altos níveis de estresse e à demanda produtiva alta exigida dos profissionais em todos os setores.

Ter conhecimento sobre os diferentes tipos de doenças e as formas de desenvolvimento, seja devido a acontecimentos circunstanciais no trabalho ou à exposição excessiva e repetitiva é de suma importância.

O que fazer em caso de doença ocupacional?

Se o trabalhador estiver com uma doença ocupacional, à depender da gravidade da enfermidade, tem direito a pedir afastamento pelo INSS, através do auxílio-doença. Nesse caso, o trabalhador passa por uma perícia médica. É importante salientar que é necessário ter um tempo mínimo de 12 meses de contribuição previdenciária.

“Estar atento aos equipamentos de proteção individual ou coletiva [EPI e EPC] fornecidos pela empresa, bem como as orientações recebidas de acordo com o seu ramo de atuação, também são fatores preventivos. Caso a empresa não possua normas nem orientações de segurança do trabalho, isso deve ser trazido ao conhecimento do sindicato”, instrui o presidente do STIP, Gilmar Servidoni.

Fonte: STIP

 

 

Atenção: confira os contatos para dúvidas no Stip

Devido à pandemia (uma epidemia de alcance mundial e fora de controle) do Coronavírus Covid-19 e pensando no bem-estar de funcionários, associados e familiares, o Stip suspendeu suas atividades por tempo indeterminado a partir de quinta-feira, 19 de março.

A medida tem como objetivo evitar aglomerações e deslocamentos desnecessários às sedes do sindicato, dando a devida contribuição para evitar que o vírus atinja mais pessoas e provoque complicações especialmente nas pessoas que fazem parte dos grupos de risco: idosos, gestantes, lactantes, pessoas com doenças crônicas ou problemas respiratórios, com imunodepressão e etc.

Portanto homologações de rescisão, informações trabalhistas, audiências de mesa redonda, audiências conciliatórias e consultoria jurídica ficam TODAS suspensas durante este período.

DÚVIDAS

stip@stip.org.br – gerais e envio de documentos

paulo@stip.com.br – boletos

italo@stip.com.br – acordos coletivos ou demais acordos

 

EMPRESAS

Caso tenham ou queiram conceder férias coletivas aos seus funcionários, encaminhem comunicado e protocolo para o e-mail stip@stip.org.br. Verifiquem o que é melhor para a coletividade.

O Stip espera que este momento difícil para a nossa região, nosso estado e nosso país sejam logo superados e que possa retomar de maneira plena o tão importante trabalho de representar os trabalhadores em suas lutas.

Fonte: Stip

Negociação de aumento salarial e benefícios só funciona por conta dos sindicatos

É muito difícil que trabalhadores consigam sentar com empresários para debater suas reivindicações de igual para igual.

Isso porque donos de empresas têm o poder de demitir, perseguir ou punir um trabalhador que reivindique um aumento salarial ou o pagamento de um novo benefício, por exemplo.

Isso se torna ainda pior quando se trata de melhorias nas condições de trabalho.

Por isso, a figura do sindicato é indispensável nas mesas de negociação.

As entidades sindicais estão acima das ameaças internas do patrão – como a perda do emprego – e, portanto, têm uma força maior para conquistarem novos direitos para os trabalhadores e a ampliação do que já está previsto em lei.

Portanto, os aumentos nos pisos salariais e o pagamento de benefícios extras (e seus aumentos periódicos!) — como vale-mercado ou alimentação, cesta básica e material escolar — só chegam ao contracheque do trabalhador por conta do trabalho dos sindicatos.

Valorize o movimento sindical.

Quem apoia o sindicato apoia a expansão dos direitos da classe trabalhadora!

Fonte: STIP

Empresa deve manter plano de saúde para trabalhador que se aposentou por invalidez?

Quando o trabalhador se aposenta por invalidez, a empresa é obrigada a manter o plano de saúde que estava vinculado ao seu contrato de trabalho? Antes de respondermos a essa pergunta, vamos resgatar a definição de aposentadoria por invalidez.

Ela é concedida quando o trabalhador é considerado permanentemente incapaz de exercer qualquer atividade e não pode ser reabilitado a outras profissão. As avaliações são realizadas pela perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Antes de acessar esse tipo de aposentadoria, o trabalhador solicita o auxílio-doença. Caso a avaliação médica confirme que ele não pode continuar trabalhando e também não pode assumir outra atividade, a aposentadoria por invalidez será indicada.

Acontece que, diferentemente do que a maioria das pessoas pensam, a aposentadoria por invalidez não gera quebra de contrato de trabalho, e sim a suspensão. Isso porque o benefício é revisto de dois em dois anos, o que pode resultar na interrupção da aposentadoria e o retorno ao trabalho.

Por isso, a Justiça geralmente entende que algumas obrigações ligadas ao contrato, como o plano de saúde, não podem ser extintos quando o trabalhador se aposenta por invalidez. Afinal, para quem está aposentado nessa situação, o plano de saúde é fundamental para garantir um acompanhamento médico adequado.

Para o presidente do STIP, Gilmar Servidoni, o trabalhador não pode arcar com as consequências da ganância dos patrões, que tentam encontrar brechas para retirar direitos dos trabalhadores mesmo nos momentos mais delicados de saúde.

“A aposentadoria por invalidez mexe com o psicológico do trabalhador, que, de uma hora para outra, perde a sua autonomia de trabalhar e fica incapacitado. Respeitar os direitos dos empregados nesse momento é o mínimo que as empresas que se preocupam com eles devem fazer”, afirma.

Fonte: STIP

Sede de Praia do STIP fechará para reformas durante junho de 2020

A Sede de Praia do STIP estará fechada durante todo o mês de junho de 2020. Assim, não poderão ser feitas reservas do local para o período. Mas é por um bom motivo este fechamento por um mês.

O espaço, localizado no Balneário Shangri-lá, em Pontal do Paraná, passará por manutenção e reformas para que possa melhor atender os filiados e suas famílias em seus momentos de lazer a partir do segundo semestre deste ano. Fique atento à programação que será divulgada após o final das obras.

O local possui 25 apartamentos mobiliados com um beliche e uma cama de casal em cada um deles, além de ventilador de teto, guarda-roupa e frigobar. O edifício fica distante apenas uma quadra da praia e possui também piscina, cozinha totalmente equipada com eletrodomésticos e churrasqueiras. Após a reforma, estará com toda sua estrutura ainda melhor.

Fonte: STIP

Foi reintegrado ao trabalho? Saiba quais são os seus direitos

A reintegração ao trabalho ocorre quando o trabalhador demitido de maneira injusta volta a ocupar o seu cargo na empresa. O retorno pode acontecer quando a empresa reconhece que agiu incorretamente ao demiti-lo ou quando a Justiça determina a reintegração.

Um dos cenários mais comuns é quando o patrão demite um trabalhador que tem estabilidade, como as gestantes ou os integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) ou do sindicato da categoria.

Nesses casos, as empresas não podem desligar os empregados sem justa causa, ou seja, sem que eles tenham cometido alguma falha grave prevista na legislação trabalhista.

Se mesmo assim o patrão insistir em dar andamento à demissão, o trabalhador tem o direito de pedir na Justiça a reintegração ao trabalho.

Além disso, a demissão por justa causa precisa ser proporcional à falha do trabalhador. Isso significa que, se o empregado cometeu apenas um pequeno deslize, o correto é aplicar uma advertência, e não simplesmente demiti-lo. Se for identificado esse abuso, o trabalhador poderá ter direito à reintegração.

Fui reintegrado. E agora?

Ao ser reintegrado ao cargo que ocupava, o trabalhador tem direito a todas as garantias anteriores ao desligamento, como salário, férias integrais ou proporcionais, benefícios, 13º salário e outros direitos. Na prática, é como se o desligamento não tivesse ocorrido.

Além disso, todo o período em que o trabalhador ficou afastado conta como tempo de trabalho, tanto nas questões trabalhistas e como nas previdenciárias.

Para o presidente do STIP, Gilmar Servidoni, o acompanhamento do sindicato em todo esse processo é fundamental, pois muitas empresas não se conformam com a reintegração e praticam o assédio moral.

“É um momento de muita tensão para o trabalhador, pois ele consegue provar que foi vítima de uma injustiça e consegue retornar ao trabalho. Todos aqueles que se sentirem maltratados ou assediados nesse processo devem entrar em contato com o sindicato”, orienta.

Fonte: STIP