Inscrições para a Sede de Praia – 12 de Outubro

PARA RESERVAR E/OU SE INSCREVER, É PRECISO NOS ENVIAR A FOTO DOS DOCUMENTOS ABAIXO PELO WHATSAPP (41) 99116-5571

  • FOTO DO ÚLTIMO HOLERITE; (é preciso ter o desconto da contribuição assistencial)
  • FOTO DA CARTEIRA DE TRABALHO: IDENTIFICAÇÃO + REGISTRO
  • CPF DO TITULAR;
  • FOTO DO RG DOS DEPENDENTES E/OU CONVIDADOS;
  • E INFORMAR A DATA EXATA QUE DESEJA RESERVAR;

**Nota Importante: Devido ao momento de Pandemia que estamos vivendo, foi adotada algumas restrições para uso da sede de Praia, levando em consideração ao decreto da Prefeitura de Pontal do Paraná,  para maiores informações entre em contato.

Informações : 41 3020-8952 / WhatsApp: 41 99152-0296

Aberta as Inscrições para a sede de Praia em Setembro

Oba… está quase chegando a hora de aproveitar a sede de praia do sindicato.
Este mês ainda estamos fazendo reparos e substituindo a caixa d’água por uma com o dobro da capacidade atual.
Mas, a partir de 01/09/2020 você já poderá descansar uns dias por lá…
Poderemos receber apenas 30% dos associados, uma vez que o decreto da prefeitura de pontal do Paraná só permite esta ocupação. Conforme o decreto for mudando, vamos nos adaptando.
Bora pensar em fazer uma reserva?

PARA RESERVAR E/OU SE INSCREVER, É PRECISO NOS ENVIAR A FOTO DOS DOCUMENTOS ABAIXO:

• FOTO DO ÚLTIMO HOLERITE; (é preciso ter o desconto da contribuição assistencial)
• FOTO DA CARTEIRA DE TRABALHO: IDENTIFICAÇÃO + REGISTRO
• FOTO DO RG DOS DEPENDENTES E/OU CONVIDADOS.
• E INFORMAR A DATA EXATA QUE DESEJA RESERVAR.

Informações – 41 3020-8950 ou  whatsapp 41 99152-0296

 

Como prevenir a perda auditiva causada por ruídos no trabalho?

Você sabe o que é Perda Auditiva Induzida Por Ruído (PAIR)? Se você trabalha exposto a ruídos sonoros todos dias na empresa, é bom começar a se preocupar com ela.

A PAIR é uma doença ocupacional – ou seja, causada pelo trabalho – que aparece depois de um longo período de exposição do trabalhador a barulhos de alta intensidade.

O empregado vai perdendo a capacidade auditiva aos poucos, o que, em muitos casos, dificulta a sua identificação da doença. De toda forma, depois de anos de exposição aos ruídos, a dificuldade de ouvir passa a ser nítida.

Por conta do maquinário e de outras questões do ambiente de trabalho, os trabalhadores da indústria correm mais o risco de desenvolver a perda auditiva.

O presidente do STIP, Gilmar Servidoni, lembra que as empresas são obrigadas a oferecer Equipamentos de Proteção Individual (EPI) específicos para a audição aos trabalhadores que são submetidos aos ruídos.

“É necessário lembrar que, quando o trabalhador está no expediente, ele está a serviço da empresa. Por isso, ele não deve ter a sua saúde prejudicada por conta das más condições de trabalho. Dependendo do nível do ruído, o patrão deve oferecer os protetores auriculares e abafadores de ruído aos empregados”, explica.

Sintomas

Se você trabalha na indústria, então fique atento(a): você pode estar desenvolvendo a PAIR. Confira os sintomas da doença:

  • Dificuldade de ouvir conversas lugar com muitos ruídos
  • Sensação de pressão no ouvido
  • Os sons parecem distantes e abafados
  • Dor de cabeça constante

Você se identificou em alguns desses pontos? Antes de tudo, procure um médico para tomar as medidas precauções e preservar o máximo possível a sua audição. Em seguida, entre em contato com o STIP. A nossa assessoria jurídica irá avaliar o seu caso para verificar se você pode acessar algum auxílio-doença ou até solicitar uma indenização.

Fonte: STIP

Inscreva-se no sorteio para passar a Páscoa ou Tiradentes na sede de praia do STIP

A Páscoa e Tiradentes — dois feriados no mês de abril — estão chegando e você pode passá-los relaxando na praia. A oportunidade para isso é participar do sorteio da sede de praia do STIP.

A sede, completamente equipada, fica no Balneário de Shangri-Lá, em Pontal do Paraná, distante apenas uma quadra do mar. Ela tem 25 apartamentos completamente mobiliados, com uma cama de casal e um beliche em cada um deles e eletrodomésticos, além de cozinha coletiva equipada e churrasqueira.

Para participar, você precisa ser sindicalizado. Se está, fique de olho no prazo de inscrição. Se não está, então sindicalize-se o quanto antes!

Os períodos de estadia são na Páscoa (entre 9 e 13/4) e Tiradentes (17 a 22/4).

Inscreva-se!

Período de inscrição: entre 9 de março e 2 de abril

Sorteio e divulgação: dia 3 de abril

A promoção é exclusiva para associados levarem seus familiares. Então, se você ainda não se sindicalizou, sindicalize-se.

O que precisa para se inscrever

Você precisa enviar a foto dos seguintes documentos para o WhatsApp 99152-0296:

:. Último holerite do titular (contendo o desconto da contribuição assistencial).

:. Foto da Carteira de Trabalho – Identificação. Contendo o número do CPF + Registro do Titular.

:. Foto do RG dos dependentes e/ou convidados.

:. E informar a data exata da reserva.

Mais informações: 3020-8950

Fonte: STIP

O patrão controla as suas idas ao banheiro? Saiba o que fazer

Existem situações comuns a todos os seres humanos, independentemente de onde moram ou do emprego que têm. As necessidades fisiológicas, por exemplo, são algumas delas

Para grande parte dos trabalhadores, no entanto, nem essa condição natural é motivo de muito sofrimento e humilhação.

Isso porque diversas categorias de trabalhadores são obrigadas a pedir autorização para usarem o banheiro durante o expediente. Quando não há controle do número de idas, há o monitoramento de tempo que o empregado demora.

Em casos mais absurdos, os trabalhadores são expostos ou advertidos publicamente quanto ao uso do banheiro, o que gera grande constrangimento.

Não à toa, o número de processos trabalhistas sobre a questão no Tribunal Superior do Trabalho (TST) cresceu de 3 para 83 entre 2013 e 2015.

Apesar de não existir uma lei específica para proibir esse controle abusivo, o entendimento da Justiça é de que ele não deve acontecer.

Geralmente, os juízes e as cortes da Justiça do Trabalho entendem que necessidade de autorização para usar o banheiro e o controle do tempo são formas de atingir a honra, a intimidade e a dignidade do trabalhador.

Além de ser uma questão de humanidade, a ida regular ao banheiro é uma questão de saúde. O empregado que não faz suas necessidades de forma apropriada tem muito mais chances de desenvolver infecções urinárias e pedra no rim, por exemplo.

Para o presidente do STIP, Gilmar Servidoni, os patrões muitas vezes esquecem que eles não são donos dos trabalhadores e que precisam garantir dignidade para os empregados.

“O controle do uso do banheiro é inaceitável. O trabalhador que estiver sendo submetido a esse constrangimento deve entrar em contato com o sindicato e relatar seu caso. Nossa equipe vai achar a melhor maneira de colocar um fim nessa situação”, afirma.

Fonte: STIP

iluminação inadequada

Iluminação inadequada também afeta saúde do trabalhador

Quando se fala em segurança no trabalho, geralmente pensamos no uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) ou em medidas que evitam acidentes graves. Mas é importante lembrar que a promoção do bem-estar dos trabalhadores deve levar em conta elementos aparentemente inofensivos, como a iluminação do ambiente de trabalho.

“A iluminação adequada no local de trabalho causa desconfortos e, com o tempo, pode prejudicar a saúde de maneira irreversível. É algo muito grave, e as empresas que não atendam às normas de regulamentação devem ser responsabilizadas por isso”, explica o presidente do STIP, Gilmar Servidoni.

Normas

A Norma Regulamentadora (NR) 17 define as regras de luminosidade dos ambientes de trabalho e os parâmetros de ergonomia que os patrões devem respeitar para evitar danos à saúde do trabalhador. De acordo com o documento, todos os locais da empresa devem oferecer iluminação adequada à natureza da atividade. Além disso, a disposição da luz no ambiente precisa evitar ofuscamentos, reflexos incômodos e sombras excessivas.

Infelizmente muitos empregadores desrespeitam a NR 17, causando adoecimento dos trabalhadores e a ocorrência de acidentes de trabalho. A exposição prolongada a uma iluminação prejudicial provoca sensação de cansaço, problemas de visão e dor de cabeça constantes. Em funções mais perigosas, a luminosidade falha pode provocar lesões e até mesmo ser fatal para o trabalhador. Isso porque o cansaço dos olhos afeta a percepção de velocidade e profundidade, colocando em risco os empregados que operam máquinas com movimentos bruscos ou itens cortantes.

 

 

Fonte: STIP

Saiba como acompanhar extrato do FGTS pelo celular

O trabalhador não precisa mais esperar a correspondência bimestral em papel para receber o extrato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Agora, é possível receber esse documento via mensagem de texto no celular, além de informações de movimentação na conta, saque, depósito e até mesmo saldo atualizado com juros e correção monetária.

Até setembro de 2016, mais de 10 milhões de trabalhadores já haviam assinado o serviço gratuito. A partir do momento em que ele é solicitado, os extratos deixam de chegar ao endereço do trabalhador, reduzindo a utilização de papel e preservando o meio ambiente.

A adesão desse serviço não tem custo algum para o trabalhador e deve ser feita no site da Caixa Econômica Federal ou pelo telefone 0800 726 0207.

De acordo com o presidente do STIP, Gilmar Servidoni, é importante que todos os trabalhadores acompanhem seu FGTS regularmente.
“Muitas vezes, a empresa não faz os depósitos corretamente e o trabalhador só descobre lá na frente, quando encerra o contrato de trabalho. Monitorar a movimentação pelo celular é uma boa maneira de se certificar de que o empregador não está cometendo irregularidades”, explica Gilmar.

Aplicativo

Se o alerta via SMS não agradar o empregado, ele também pode optar por baixar o aplicativo FGTS Trabalhador. Ele está disponível gratuitamente para sistemas Android, Windows e IOS. No aplicativo, é possível descobrir os pontos de atendimento mais próximos, a situação da conta e atualizar o endereço.

Outras vantagens do aplicativo é acompanhar a conta FGTS a qualquer hora ou lugar, visualizando o extrato em PDF, que pode ser salvo no aparelho ou enviado por e-mail. Além disso, utilizar esse sistema contribui para a sustentabilidade do planeta, evitando a impressão em papel.

Fonte: STIP

Conheça quatro circunstâncias que dão direito à estabilidade no trabalho

Engana-se quem pensa que somente os servidores públicos não podem ser demitidos sem justa causa. Existem regras na iniciativa privada que garantem a permanência do trabalhador no cargo por um determinado período.

Trata-se da estabilidade provisória. Ela impede que patrões cometam abusos de poder quando são contrariados ou ignorem as responsabilidades que têm sobre a saúde e a qualidade de vida do trabalhador.

Você sabe quem tem acesso a esse direito? Para facilitar, o STIP listou as situações em que o empregado não pode ser demitido. Mas é preciso ficar atento: a estabilidade deixa de valer no caso de uma demissão por justa causa, ou seja, quando o trabalhador comete uma falta grave.

Tendo isso claro, vamos às regras:

Gravidez

Pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a mulher tem direito à estabilidade desde a confirmação da gravidez até cinco meses depois do nascimento do bebê.

Não é difícil imaginar que, se essa regra não existisse, muitos empregadores iriam demitir as gestantes sem pensar duas vezes.  A estabilidade nesse caso é fundamental para garantir dignidade à mulher e à criança.

Acidente de trabalho

A estabilidade também vale para o trabalhador que sofre um acidente de trabalho e fica afastado por mais de 15 dias. Nesse caso, ele não pode ser demitido durante 12 meses, contados a partir do retorno ao expediente.

É sempre bom reforçar que esse direito não existe quando o afastamento é inferior a 15 dias.

Doenças

Se o trabalhador desenvolver uma doença e comprovar que suas condições de trabalho contribuíram para o surgimento da enfermidade, ele não poderá ser demitido por um ano.

Mas preste atenção: o adoecimento precisa estar diretamente relacionado à rotina dentro da empresa.

Cipa

Os integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) também não podem ser demitidos.

Essa regra é fundamental para evitar que os patrões assediem os trabalhadores responsáveis por melhorar a segurança no ambiente de trabalho.

Para os cipeiros e suplentes, a permanência é garantida do momento de registro da candidatura até um ano após o fim do mandato – que pode ter um ou dois anos.

E se o patrão simplesmente ignorar as regras e demitir o trabalhador no período de estabilidade?

Mesmo sendo ilegal, a demissão sem justa causa de trabalhadores com estabilidade é mais comum do que se pensa.

Na opinião do presidente do STIP, Gilmar Servidoni, se o trabalhador for demitido irregularmente, o primeiro passo é procurar o sindicato. “Nesse cenário, a demissão é reversível. Os trabalhadores representados pelo STIP podem nos procurar imediatamente. Orientaremos a categoria durante todos os trâmites necessários para reaver o emprego”, afirma.

Nesse caso, a legislação é clara: o trabalhador tem direito de reintegração ao cargo ou de indenização, que equivale ao valor dos salários que receberia até o fim do período de estabilidade. Além disso, é possível pedir adicional por dano moral.

Fonte: STIP

Folga concedida depois de sete dias de serviço será paga em dobro

 A jurisprudência do TST prevê a remuneração em dobro do repouso semanal nesse caso.

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou as Lojas Renner S. A. a pagar a uma operadora de caixa, em dobro, os repousos semanais remunerados (RSR) concedidos somente após sete dias consecutivos de trabalho. A decisão segue a jurisprudência do TST, segundo a qual a concessão de folga nessas condições viola o artigo 7º, inciso XV, da Constituição da República, que lista como direito dos trabalhadores o repouso “preferencialmente aos domingos”.

Folga

Na reclamação trabalhista, a empregada afirmou que, entre fevereiro de 2010 e janeiro de 2014, a loja descumpriu a jornada de seis dias de trabalho por um de descanso. Em determinado período, disse que havia trabalhado por oito dias sem folga.

O juízo da 5ª Vara do Trabalho de São Bernardo do Campo (SP) julgou improcedente o pedido da empregada por constatar que a Renner concedia folgas compensatórias dentro da mesma semana de trabalho, apesar de ter sido demonstrada a prestação de serviços por até oito dias consecutivos. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região manteve a sentença, com o entendimento de que apenas o trabalho prestado em domingos e feriados não compensados justificaria o pagamento em dobro.

TST

O relator do recurso de revista da operadora de caixa, ministro Alexandre Luiz Ramos, assinalou ser pacífico o entendimento do TST de que a concessão do repouso semanal remunerado após o sétimo dia consecutivo de trabalho implica o seu pagamento em dobro. “Nesse sentido é o teor da Orientação Jurisprudencial 410 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais”, afirmou.

A decisão foi unânime.

(GS/CF)

Processo: RR-1000668-13.2015.5.02.0465

Fonte: Fetraconspar

Limpeza de banheiro não dá direito a adicional de insalubridade por umidade

Contato com umidade não é motivo para adicional de insalubridade, decidiu 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao liberar uma empresa de limpeza de pagar a verba. A autora da ação trabalhava na copa de uma empresa, atividade não listada como insalubre na Norma Regulamentadora 15 do Ministério do Trabalho.

A relatora do recurso de revista da empresa, desembargadora convocada Cilene Ferreira Amaro Santos, assinalou que, conforme o artigo 192 da CLT, os limites de tolerância para a caracterização da atividade como insalubre são estabelecidos pelo Ministério do Trabalho por meio de suas normas regulamentadoras (NRs).

A umidade é tratada especificamente no anexo 10 da NR 15, que considera insalubres “as atividades ou operações executadas em locais alagados ou encharcados, com umidade excessiva, capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores”.

No exame do caso, a relatora ressaltou que, na decisão do TRT, consta que a empregada “molhava um simples pano de chão num balde com água e produto de limpeza comum para passar num piso frio”. Por isso, sua situação não se enquadra nos requisitos para a caracterização da insalubridade pelo agente umidade.

Por unanimidade, a Turma deu provimento ao recurso para excluir a condenação ao pagamento do adicional de insalubridade em grau médio. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST. 

Processo RR-370-67.2015.5.09.0069

 Fonte: Fetraconspar