Sede de Praia do STIP fechará para reformas durante junho de 2020

A Sede de Praia do STIP estará fechada durante todo o mês de junho de 2020. Assim, não poderão ser feitas reservas do local para o período. Mas é por um bom motivo este fechamento por um mês.

O espaço, localizado no Balneário Shangri-lá, em Pontal do Paraná, passará por manutenção e reformas para que possa melhor atender os filiados e suas famílias em seus momentos de lazer a partir do segundo semestre deste ano. Fique atento à programação que será divulgada após o final das obras.

O local possui 25 apartamentos mobiliados com um beliche e uma cama de casal em cada um deles, além de ventilador de teto, guarda-roupa e frigobar. O edifício fica distante apenas uma quadra da praia e possui também piscina, cozinha totalmente equipada com eletrodomésticos e churrasqueiras. Após a reforma, estará com toda sua estrutura ainda melhor.

Fonte: STIP

Foi reintegrado ao trabalho? Saiba quais são os seus direitos

A reintegração ao trabalho ocorre quando o trabalhador demitido de maneira injusta volta a ocupar o seu cargo na empresa. O retorno pode acontecer quando a empresa reconhece que agiu incorretamente ao demiti-lo ou quando a Justiça determina a reintegração.

Um dos cenários mais comuns é quando o patrão demite um trabalhador que tem estabilidade, como as gestantes ou os integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) ou do sindicato da categoria.

Nesses casos, as empresas não podem desligar os empregados sem justa causa, ou seja, sem que eles tenham cometido alguma falha grave prevista na legislação trabalhista.

Se mesmo assim o patrão insistir em dar andamento à demissão, o trabalhador tem o direito de pedir na Justiça a reintegração ao trabalho.

Além disso, a demissão por justa causa precisa ser proporcional à falha do trabalhador. Isso significa que, se o empregado cometeu apenas um pequeno deslize, o correto é aplicar uma advertência, e não simplesmente demiti-lo. Se for identificado esse abuso, o trabalhador poderá ter direito à reintegração.

Fui reintegrado. E agora?

Ao ser reintegrado ao cargo que ocupava, o trabalhador tem direito a todas as garantias anteriores ao desligamento, como salário, férias integrais ou proporcionais, benefícios, 13º salário e outros direitos. Na prática, é como se o desligamento não tivesse ocorrido.

Além disso, todo o período em que o trabalhador ficou afastado conta como tempo de trabalho, tanto nas questões trabalhistas e como nas previdenciárias.

Para o presidente do STIP, Gilmar Servidoni, o acompanhamento do sindicato em todo esse processo é fundamental, pois muitas empresas não se conformam com a reintegração e praticam o assédio moral.

“É um momento de muita tensão para o trabalhador, pois ele consegue provar que foi vítima de uma injustiça e consegue retornar ao trabalho. Todos aqueles que se sentirem maltratados ou assediados nesse processo devem entrar em contato com o sindicato”, orienta.

Fonte: STIP

Confira o expediente da STIP no feriado de Carnaval 2020

Informamos que estaremos em recesso do dia 24 de fevereiro (segunda-feira) a 26 de fevereiro (quarta-feira). Retornaremos às atividades no dia 27 de fevereiro (quinta-feira).

Bom descanso a todos!

Expediente Carnaval 2020

Último dia de atividades: 21 de fevereiro (sexta-feira)

Retorno das atividades: 27 de fevereiro (quinta-feira)

Fonte: STIP

A democracia também é uma conquista do movimento sindical!

Após uma história marcada por governos impostos pela classe dominante e muita repressão durante o obscuro período da ditadura militar, hoje, o Brasil é uma democracia representativa e participativa. Isso possibilita que grupos considerados anteriormente como “invisíveis” possam ter representantes e fazer suas demandas serem ouvidas – e isso inclui a classe trabalhadora!

Os sindicatos tiveram um papel muito importante para que as bases democráticas do país fossem conquistadas e asseguradas.

O movimento sindical lutou pelo fim do regime militar, pela redemocratização, por eleições diretas para a presidência e a convocação da Assembleia Nacional Constituinte – que resultou na existência da Constituição.

Com o passar dos anos, as entidades não perderam seu caráter político, e são fundamentais na luta para que as camadas mais favorecidas da sociedade não retirem direitos dos trabalhadores.

Valorize o movimento sindical.

Quem discursa contra os sindicatos é porque quer acabar com tudo o que foi conquistado até aqui!

 

Fonte: STIP

Lucro acima da saúde: LER e distúrbios osteomusculares atingem trabalhadores

Não é novidade para ninguém que o ritmo de produção na indústria não é pensado para respeitar os limites do corpo humano. Com foco na produtividade e no lucro, a rotina nesses ambientes de trabalho gera uma série de consequências para a saúde dos trabalhadores.

Os números do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apontam a urgência de iniciativas voltadas à melhoria das condições de trabalho.

Em 2017, as lesões por esforço repetitivo e os distúrbios osteomusculares (LER/DORT) foram responsáveis pelo afastamento de mais de 22 mil trabalhadores por mais de 15 dias.

 O número representa mais de 11% de todos os benefícios concedidos pelo órgão naquele ano.

A LER é provocada pelo excesso de movimentos mecânicos e repetitivos que, com o passar do tempo, afeta os tendões, nervos, músculos, ligamentos, articulações e outras estruturas.

Já o termo DORT, que designa os distúrbios osteomusculares, engloba também os danos causados por excesso de força e por posturas inadequadas, por exemplo.

Todos os trabalhadores podem desenvolver LER e DORT ao longo dos anos, mas algumas categorias estão mais expostas a esse risco.

Os trabalhadores da indústria estão nessa lista, já que eles realizam tarefas repetitivas e contínuas, que exigem o uso força – como o levantamento de sacos de farinha, por exemplo – e, em outras ocasiões, a elevação dos braços acima da linha dos ombros.

É para amenizar os impactos negativos dessas tarefas que existe a Norma Regulamentadora (NR) 17, responsável por determinar as regras relativas à ergonomia no ambiente de trabalho.

A norma prevê uma série de adequações estruturais obrigatórias para preservar a saúde do trabalhador.

O presidente do STIP, Gilmar Servidoni, alerta que, apesar da existência das regras, elas nem sempre são respeitadas pelos patrões. “Muitas empresas simplesmente ignoram as determinações da NR 17 e expõem os empregados a uma série de riscos. Essa realidade aponta que, para muitos empresários, o lucro está sempre acima da saúde dos trabalhadores”, critica.

Fonte: STIP

Dor nas costas é a maior responsável por afastamento do trabalho no Brasil

Condições de trabalho distantes das ideais, pressão por produtividade, negligência com as normas de ergonomia e jornadas de trabalho extensas. Você consegue imaginar o impacto desses fatores na saúde do trabalhador? Os números do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) conseguem dar uma dimensão.

Em 2017, mais de 83 mil trabalhadores tiveram que se afastar do serviço por causa da lombalgia, conhecida popularmente como dor nas costas. É a doença que mais motiva afastamentos do trabalho no Brasil.

Para os trabalhadores da indústria, o cenário é ainda mais preocupante. O setor geralmente exige um grande esforço do corpo humano. Carregamento de peso, movimentos repetitivos e ambientes insalubres são frequentes nesse ramo.

A Norma Regulamentadora (NR) 17 lista uma série de iniciativas de ergonomia que os patrões devem adotar para amenizar os riscos à saúde do trabalhador. As regras abordam desde o levantamento de cargas até o mobiliário dos locais de trabalho.

Sabe-se, no entanto, que as empresas nem sempre cumprem as determinações da lei. As adequações em relação à ergonomia geram custos com os quais os patrões nem sempre estão dispostos a arcar.

O problema se agrava ainda mais diante do número reduzido de auditores fiscais do trabalho, responsáveis por monitorar se as empresas estão respeitando as leis relacionadas às condições de trabalho. Se a fiscalização precária, as empresas tendem a ignorar as determinações da legislação sem receio de punições.

Para o presidente do STIP, Gilmar Servidoni, a quantidade de afastamentos mostra que a saúde dos trabalhadores não é prioridade para as empresas. “A negligência dos patrões com as normas de ergonomia prejudica diretamente a integridade da categoria. Por isso, a luta por melhores condições de trabalho precisa ser constante”, afirma.

Fonte: STIP

O patrão controla as suas idas ao banheiro? Saiba o que fazer

Existem situações comuns a todos os seres humanos, independentemente de onde moram ou do emprego que têm. As necessidades fisiológicas, por exemplo, são algumas delas

Para grande parte dos trabalhadores, no entanto, nem essa condição natural é motivo de muito sofrimento e humilhação.

Isso porque diversas categorias de trabalhadores são obrigadas a pedir autorização para usarem o banheiro durante o expediente. Quando não há controle do número de idas, há o monitoramento de tempo que o empregado demora.

Em casos mais absurdos, os trabalhadores são expostos ou advertidos publicamente quanto ao uso do banheiro, o que gera grande constrangimento.

Não à toa, o número de processos trabalhistas sobre a questão no Tribunal Superior do Trabalho (TST) cresceu de 3 para 83 entre 2013 e 2015.

Apesar de não existir uma lei específica para proibir esse controle abusivo, o entendimento da Justiça é de que ele não deve acontecer.

Geralmente, os juízes e as cortes da Justiça do Trabalho entendem que necessidade de autorização para usar o banheiro e o controle do tempo são formas de atingir a honra, a intimidade e a dignidade do trabalhador.

Além de ser uma questão de humanidade, a ida regular ao banheiro é uma questão de saúde. O empregado que não faz suas necessidades de forma apropriada tem muito mais chances de desenvolver infecções urinárias e pedra no rim, por exemplo.

Para o presidente do STIP, Gilmar Servidoni, os patrões muitas vezes esquecem que eles não são donos dos trabalhadores e que precisam garantir dignidade para os empregados.

“O controle do uso do banheiro é inaceitável. O trabalhador que estiver sendo submetido a esse constrangimento deve entrar em contato com o sindicato e relatar seu caso. Nossa equipe vai achar a melhor maneira de colocar um fim nessa situação”, afirma.

Fonte: STIP

STIP auxilia trabalhadores com recolocação profissional

04Perder o emprego é sempre um momento de muita angústia e preocupação para o trabalhador, principalmente na atual conjuntura, com os índices de desemprego em níveis alarmantes.

O STIP se preocupa com a categoria e criou estratégias para diminuir a aflição dos trabalhadores que se desligaram de alguma empresa recentemente. Por isso, o sindicato recebe currículos de quem está buscando por um novo posto de trabalho e também solicita que os empregadores avisem sempre que abrirem vagas.

De acordo com o presidente do STIP, Gilmar Servidoni, a iniciativa é uma ação para tornar a procura por emprego mais fácil, rápida e tranquila.

“O desemprego é uma situação que afeta todos os aspectos da vida do trabalhador, incluindo sua dinâmica familiar e saúde mental. Queremos que a categoria saiba que pode contar com o sindicato nesse momento delicado, inclusive na busca por sua recolocação profissional”, explica Gilmar.

Homologação é parte do processo

A Reforma Trabalhista definiu que a homologação das rescisões de contratos de trabalho não precisa mais passar pelo crivo do sindicato. No entanto esse procedimento ainda é muito importante, porque o sindicato confere os cálculos das verbas rescisórias e assegura que o trabalhador está recebendo corretamente tudo a que tem direito.

Para a categoria, esse processo ainda tem uma importância extra: é nesse momento que o STIP redireciona os trabalhadores recém demitidos que tenham pelo menos um ano de experiência para os editais com vagas abertas.

Funciona assim: quando o trabalhador vai até o sindicato para assinar os papéis da homologação, é questionado se pretende continuar no ramo em que atuava. Se a resposta for afirmativa, ele é encaminhado para conferir as oportunidades disponíveis na hora. Simples assim!

Filie-se agora mesmo!

Que tal fortalecer iniciativas como as ações de recolocação profissional para a categoria? Filie-se ao STIP agora mesmo! Para saber como iniciar o processo de sindicalização, ligue para (41) 3020-8950 ou (41) 3569-6775.

Fonte: STIP

Sem sindicato, não há diretos!

Sem as entidades sindicais, os trabalhadores não teriam nenhum dos direitos que tem hoje.

Sim, nenhum. E isso não é exagero!

As entidades representativas começaram a surgir na Europa durante a primeira metade do século XIX, como uma resposta aos abusos desumanos a que todos os trabalhadores eram submetidos.

Até essa representação surgir, a vida era terrível para os trabalhadores, com jornadas médias de 14 a 16 horas diárias, em troca de um salário que não dava nem para as necessidades básicas – já que o piso mínimo não existia.

Os ambientes de trabalho eram sujos, insalubres e com várias condições que favoreciam acidentes e doenças.

Não há dúvidas de que, embora ainda haja muito para avançar, as condições de trabalho são muito mais humanizadas e dignas, não é verdade? Isso não foi bondade do empresariado ou dos governos. Tudo foi conquistado com luta!

Valorize o movimento sindical. Todos os direitos do presente têm um passado!

Fonte: STIP